quinta-feira, 30 de maio de 2013

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Divulgação

Olá! :D
Bem, o que me traz agora aqui é a divulgação de uma fic, que está no principio. É da Sofia Martins, e é com o Enzo Pérez: http://meperdientusonrisa-enzo.blogspot.pt/! Vejam, sigam, leiam, e maravilhem-se com a história!
Relativamente ao meu próximo capitulo, não sei quando conseguirei voltar a postar, mas tentarei ser o mais breve possível!
Beijinhos*
Mónica

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Capitulo 27 (parte IV)


Olá!
Bem, finalmente vos deixo aqui mais um capitulo! Peço imensas desculpas por demorar tanto, mas agora estou a trabalhar e o tempo é ainda menos! Mas prometo ir escrevendo, aos poucos, para sempre que puder vos deixar novos capítulos!

Espero que gostem e deixem os vossos comentários, por favor!
Beijinhos*

Mónica

Visão Rodrigo

Como a gente tinha combinado, voltei a ligar prá minha namorada mais tarde. Só de ouvir a voz dela e não poder olhar no seu rosto me dava saudade ainda maior! Sentia a minha casa com um vazio de todo tamanho, e um silêncio incomum nesses últimos tempos naquela casa. Decidi subir e ir até ao quarto da minha irmã, buscando um pouco da sua companhia, visto qui ela tinha passado o dia com o Mauro, curtindo o inicio do namoro deles. Bati na porta do quarto esperando a permissão dela.

-Entra!

-Posso? – perguntei, abrindo a porta e espreitando pra dentro do quarto.

-Claro qui pode! – Entrei e me sentei na sua cama, enquanto ela arrumava umas roupas no armário. – Precisando de alguma coisa?

-De companhia, de distração.

-Oin, o meu minino tá morrendo de saudade da namorada! – sorriu-

-Morrendo mesmo! Tá tudo tão vazio sem ela!

-Principalmente o seu coração, né? – sorriu, me olhando docemente, enquanto fechava as portas do armário e se sentava do meu lado.

-É.

-Eu sei qui custa pra caramba, mas fica calmo! Cê vai ver, logo logo ela já voltou aqui pra junto da gente!

-Tomara qui sim!

Bom, mas enquanto a Mónica não volta pra fazer companhia pr’agente, eu tenho uma proposta pra fazer pra você!

-Uma proposta? Qu’qui vem daí!

-Fica descansado qui não é nada de ruim!

-Então fala, o qui é?

-Eu quiria pedir pra você se eu posso ficar aqui na sua casa.

-Ficar aqui? Mas, eu não tou entendendo onde qui você quer chegar. Você já tá aqui.

-É, eu ia ficar aqui até dia 10, mas, eu tou falando até depois disso. Tipo ficar morando com você.

-Morar aqui? Pode, é claro qui pode! Mas, e a Faculdade? Cê já tinha pensado em tudo.

-É, mas eu já pensei em tudo de novo, pra cá. Você sabe qui eu amo Portugal, e você mora aqui, e agora eu tenho o Mauro também…

-Você já falou com o papai e com a mamãe?

-Mais ou menos. Eu dei a entender qui eu gostava de vir pra cá, mas ainda não falei nada com eles não.

-Tá, então você trata das coisas prá Faculdade cá qui eu depois ti ajudo a falar com eles!

-Brigada, coração! – abriu um enorme sorriso e se pendurou no meu pescoço, me dando um beijo no rosto.
 

-Ui, me chamou de coração! – zoei.

-Ah, você sabe qui eu ti amo, maninho!

-Eu também te amo muito, minha pequinininha!

-Ae, pequinininha mas linda, tá!

-A mais linda, maninha!

-Então e já ligou pra ela hoje? – perguntou, se referindo à Mónica.

-Umas três vezes! Me deixou ainda com mais saudade!

-É, eu compreendo você. Mas bom, agora qui eu vou ficar aqui com você já não vai se sentir tão sozinho!

-É, espero qui não! Agora qui você e o Mauro tão juntos você só quer saber do namoradinho, né? – zoei.

-Ah, não fica assim! Hoje eu não tive com você, mas eu vou compensar! E eu vou fazer companhia pra você quase todos os dias!

-Espero qui sim, viu? Tô contando com isso, pelo menos enquanto a Mónica não tá cá pra ocupar os meus dias!

-Prometido maninho!

-Tá… - sorrri. – Bom, eu vou pró meu quarto, vou deixar você à vontade! – falei, me levantando da cama.

-Rodrigo – olhei pra ela.

-Fala.

-Quer dormir aqui comigo hoje? Assim a gente fica conversando e fazendo companhia um pró outro.

Acabei aceitando e a gente ficou conversando até adormecer. Já fazia algum tempo qui eu não passava um tempinho assim com a minha irmã e esse tempinho pr’além de saber bem ajudou a me distrair e não pensar tanto na saudade qui tava sentindo da minha namorada.

Visão Mónica

Vimos uns dois episódios da série, mas depois acabámos por despender apenas uns vinte minutos de conversa, para depois nos irmos deitar. Notei completamente a diferença entre dormir envolta no abraço do Rodrigo e aconchegada no seu peito, e agora apenas estar envolta nos lençóis e cobertores e a cabeça pousada na almofada. Ao pensar neste último mês da minha vida, nem parecia verdade. De repente, tinha sonhos concretizados. Tinha encontrado a perfeição numa pessoa que me amava tanto quanto eu o amava a ele, que me fazia viver momentos que nunca tinha pensado concretizar… E amar… Amar parecia uma palavra tão forte… Sempre dissera que queria se amada, e amar em igual medida, mas nunca tomara consciência do real peso de tal sentimento. Mas agora eu já havia cruzado a minha vida com tamanho sentimento. E se outrora pensara que era grande, agora tinha a certeza da sua gigantesa. Amor. Uma palavra tão pequena com um significado enorme, porém, um significado que varia de pessoa para pessoa, mas que mesmo assim nunca é apresentado na sua totalidade. Mas agora a minha definição já cá estava. Definia-se através de apenas três palavras: Rodrigo Moreno Machado. Num mês apenas tinha descoberto um sentimento que nunca havia sido despoletado no meu interior, e isso devia-se a este homem. O homem que em tão pouco tempo me havia tornado na rapariga mais feliz e concretizada do mundo, o homem que me fazia sonhar ainda mais alto, me fazia acreditar que não existiam impossíveis, apenas fases mais difíceis. E era o homem com quem sempre havia sonhado, e que agora se revelava ainda melhor pessoa do que já costumava aparentar. Definitivamente, a minha vida tinha dado uma grande volta, e essa volta tinha trazido consigo uma felicidade de todo tamanho, uma felicidade que há muito pedia e que agora via concretizada.

Acordei eram 9.10h. Assim que abri os olhos, todos os pensamentos que me tinha atravessado a mente na noite anterior voltaram a inundar o meu pensamento, e eu sorri automaticamente. E em seguida o meu rosto voltou a reforçar-se de um sorriso, ao recordar que na manhã anterior tinha deixado a Andy e o Rúben em nossa casa, a conversar, e o facto de não receber nenhuma chamada de teor alarmante tinha mais probabilidades de significar um entendimento entre ambos. Vesti-me e desci até à sala, onde o Zach já se encontrava.

-Good morning! How did you sleeped?

-Could be better, but good, anyway.

-Was cold, the bed? – meteu-se comigo, piscando-me o olho.

-Yeah, so cold, but now it’s going to be like this for a long time, so…

-Hm. Well, I was waiting for you to have the breakfast, so, let’s eat?

-Yeah, I’m starving! – concordei, levantando-me de imediato do sofá.

A manhã passou entre muita conversa, e o Zach ainda tentou convencer-me a lá almoçar, mas eu recusei, pois agora a curiosidade acerca dos últimos acontecimentos entre a Andy e o Rúben estava a aumentar. Pedi ao Zach que me levasse a casa e ele acedeu ao meu pedido.

 Coloquei a chave na porta com cuidado e tentei fazer o menor barulho possível, de modo a não fazer notar a minha presença. Pousei as minhas coisas no sofá da sala e fui verificar o piso inferior. Ninguém. Decidi então subir ao andar de cima. Não se fazia sentir barulho algum. Ainda que com algum receio, coloquei a mão no puxador da porta do meu quarto e da Andy e abri a porta, cuidadosamente, espreitando para o seu interior. E aí vi o cenário que há muito tempo toda a gente ansiava ver concretizado. Finalmente a Andreia e o Rúben haviam encontrado a harmonia através da junção dos seus sentimentos. Finalmente ela havia libertado o seu coração, havia entregue os seus sentimentos àquele que lhe despojava o coração incansavelmente. Estavam os dois a dormir, abraçados, na cama dela, e ambos exibiam um ténue sorriso. A felicidade e o amor haviam envolto as suas vidas, agora em paz. Voltei a fechar a porta calmamente, com um sorriso enorme no rosto por ver que finalmente aquelas duas alminhas estavam juntas. Desci até à sala e sentei-me no sofá, radiante, pegando em seguida no telemóvel para ligar ao meu namorado a contar a novidade.