quarta-feira, 5 de junho de 2013

Capitulo 28 (parte I)


Olá! Bem, aqui vos deixo mais um capitulo, muito pequeno, mas foi o que consegui! :s
Espero que gostem e deixem a vossa opinião!
Beijinhos*

Mónica

Visão Andreia

Voltámos a acordar já eram quase horas de almoço. Antes mesmo de abrir os olhos já tinha um sorriso estampado na cara só ao inalar aquele odor extremamente familiar bem ao meu lado.
-E lá vamos nós acordar outra vez para ir comer! - riu, ainda de olhos fechados. Ri também, sorrindo simultaneamente ao observar o seu sorriso.
-Se não fosse assim era de estranhar, Rúben! - ri novamente.
-Já sabes como é que é, princesa! - riu também. Acabámos por nos levantar da cama e dirigir-nos até às escadas para descermos até ao andar inferior.
- Só para saberem, eu já cheguei, por isso convém que estejam decentes! - ouvimos a voz da Mónica vinda da sala, parando então a meio das escadas.
-Bem, então eu tenho de ir vestir-me. A não ser que não te importes de me ver só de boxers, cunhadinha!
-Ela pode não se importar, mas eu importo, por isso vai vestir-te Rúben Filipe! - disse logo eu, fazendo-o gargalhar, para em seguida voltar ao quarto. Desci até à sala e fui cumprimentar a minha melhor amiga, mas desta vez fi-lo com um abraço algo forte.

-Então... - sorriu ela.
-Obrigada!
-Pelo quê?
-Ainda perguntas? - retorqui, olhando-a de forma meio repreendedora, mas com alegria no olhar. - Por tudo! Fizeste muito por mim, em relação ao Rúben, e se há alguém a quem devo alguma coisa por agora estar finalmente com ele é a ti! A ti e ao nosso grupo! - sentámo-nos no sofá.
-Tu não me deves nada! Apresentaste-me o homem da minha vida, tu e o Rúben, isso chega-me! E tu és a minha melhor amiga, por isso cala-te e conta-me tudo!
-És mesmo parva! - ri.
-Conta lá, antes que o meu cunhadinho decida aparecer!
-O teu cunhadinho já chegou, tarde demais! - disse o Rúben, chegando junto do sofá.
-Tu tens uma mania de chegar sempre na altura errada, sabias? Agora que ela me ia contar uma coisa! - reclamou ela.
-Eu não disse que ia contar! - sorri.
-Ah, o quê, tu queres saber como é que...? - interveio o Rúben, sentando-se do meu lado direito, encostando o seu peito, agora coberto pela sua camisola, às minhas costas, aconchegadas pelo tecido da minha camisa de dormir, assim como o seu abraço. - Ah, está bem, então foi...
-Rúben! - quase gritei, de modo a impedi-lo de contar à minha melhor amiga como é que tinha sido a nossa noite.
-Ei, calma princesa! - sorriu. - Pensando melhor, acho que não te vou contar! Podes ser a minha cunhadinha, mas quer dizer, há coisas que...
-Ai de ti que abrisses a boca, Rúben Filipe! - repreendi imediatamente.
-Esquece! Eu também não queria saber dos pormenores mórbidos e se fosses tu a falar disso, oh meu Deus, nem tapar os ouvidos era suficiente! - riu a Mónica
-Ai, olha a piada! É pá, tu desde que namoras com aquele brazuca que andas uma espertinha que vou-te contar! Andas a aprender o que não deves! - disse o meu namorado, metendo-se com ela.
-Olha, para lá de culpar o meu brasileiro porque contigo também se aprende, sabes oh português! - desdenhou ela, com um sorriso disfarçado.
-Ai é? Então diz-me lá o que é que aprendes comigo, hã? A fazer bebés não é de certeza, senão a esta hora já me tinhas dito que ia ser tio!
E desta vez o Rúben foi mais parvinho ainda e por isso a Mónica acentou-lhe uma chapada no braço, quer por sinal lhe causou uma ligeira dor.
-É pá, que parvo! Mas olha, não foi mesmo, não me contas nada!
-É pá, que não seja por isso! Oh amor, deixa-me lá contar à Mónica com...
-Não! - respondi, ainda a rir com aquela conversa parva.
-Oh amor, vá lá, não vês que assim não somos tios? E ela está interessada, não vês?
-Oh Rúben1 - continuei a tentar a repreensão, sem conter o riso.
-O outro menino não deve saber fazer como deve ser! - continuou o Rúben.
-Oh Rúben, cala a boca! - voltei a repreender.
-Deixa! - riu a Mónica. - Não me afetas Rúben! O outro menino sabe muito bem o que faz.
-Hm-hm - voltou ele a desdenhar. - Não tenho bem a certeza.
-Acho que comprovar se faz ou não já não fazes, por isso...
-Ih, credo, não! Fica lá tu com ele!
-Vocês importam-se de parar esta conversa? Está a ficar cada vez mais parva e estranha! - pedi, ainda a rir. De repente o telemóvel da Mónica tocou.
-Ai olha, vamos para mesmo, já chega! - concordou ela. - O Zach está a ligar-me, por isso, cala-te Rúben!
-Rúben? Pronto, é sempre o Rúben! - gozou ele.
-É sempre o Rúben, sim! - gozou ela também. - Agora deixa-me atender! - Ela levantou-se e foi para a cozinha atender.
-Então, não podia atender aqui? Quer dizer, primeiro manda-me calar e depois vai atender para a cozinha! - brincou o Rúben, porém notei-lhe um esgar de seriedade no olhar.
-Oh, deixa-a Rúben, é o melhor amigo dela! - respondi-lhe, no entanto fiquei brevemente ocupada em tentar decifrar aquele olhar perante a situação.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Mais divulgações

Bem, e aqui estou eu novamente para divulgar três fic's!
Duas da Dulce Vieira:
E mais uma, da Carolina Araújo:
 
Leiam que vale a pena, são lindaas *-*
Beijinhos*
Mónica

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Divulgação

Olá! :D
Bem, o que me traz agora aqui é a divulgação de uma fic, que está no principio. É da Sofia Martins, e é com o Enzo Pérez: http://meperdientusonrisa-enzo.blogspot.pt/! Vejam, sigam, leiam, e maravilhem-se com a história!
Relativamente ao meu próximo capitulo, não sei quando conseguirei voltar a postar, mas tentarei ser o mais breve possível!
Beijinhos*
Mónica

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Capitulo 27 (parte IV)


Olá!
Bem, finalmente vos deixo aqui mais um capitulo! Peço imensas desculpas por demorar tanto, mas agora estou a trabalhar e o tempo é ainda menos! Mas prometo ir escrevendo, aos poucos, para sempre que puder vos deixar novos capítulos!

Espero que gostem e deixem os vossos comentários, por favor!
Beijinhos*

Mónica

Visão Rodrigo

Como a gente tinha combinado, voltei a ligar prá minha namorada mais tarde. Só de ouvir a voz dela e não poder olhar no seu rosto me dava saudade ainda maior! Sentia a minha casa com um vazio de todo tamanho, e um silêncio incomum nesses últimos tempos naquela casa. Decidi subir e ir até ao quarto da minha irmã, buscando um pouco da sua companhia, visto qui ela tinha passado o dia com o Mauro, curtindo o inicio do namoro deles. Bati na porta do quarto esperando a permissão dela.

-Entra!

-Posso? – perguntei, abrindo a porta e espreitando pra dentro do quarto.

-Claro qui pode! – Entrei e me sentei na sua cama, enquanto ela arrumava umas roupas no armário. – Precisando de alguma coisa?

-De companhia, de distração.

-Oin, o meu minino tá morrendo de saudade da namorada! – sorriu-

-Morrendo mesmo! Tá tudo tão vazio sem ela!

-Principalmente o seu coração, né? – sorriu, me olhando docemente, enquanto fechava as portas do armário e se sentava do meu lado.

-É.

-Eu sei qui custa pra caramba, mas fica calmo! Cê vai ver, logo logo ela já voltou aqui pra junto da gente!

-Tomara qui sim!

Bom, mas enquanto a Mónica não volta pra fazer companhia pr’agente, eu tenho uma proposta pra fazer pra você!

-Uma proposta? Qu’qui vem daí!

-Fica descansado qui não é nada de ruim!

-Então fala, o qui é?

-Eu quiria pedir pra você se eu posso ficar aqui na sua casa.

-Ficar aqui? Mas, eu não tou entendendo onde qui você quer chegar. Você já tá aqui.

-É, eu ia ficar aqui até dia 10, mas, eu tou falando até depois disso. Tipo ficar morando com você.

-Morar aqui? Pode, é claro qui pode! Mas, e a Faculdade? Cê já tinha pensado em tudo.

-É, mas eu já pensei em tudo de novo, pra cá. Você sabe qui eu amo Portugal, e você mora aqui, e agora eu tenho o Mauro também…

-Você já falou com o papai e com a mamãe?

-Mais ou menos. Eu dei a entender qui eu gostava de vir pra cá, mas ainda não falei nada com eles não.

-Tá, então você trata das coisas prá Faculdade cá qui eu depois ti ajudo a falar com eles!

-Brigada, coração! – abriu um enorme sorriso e se pendurou no meu pescoço, me dando um beijo no rosto.
 

-Ui, me chamou de coração! – zoei.

-Ah, você sabe qui eu ti amo, maninho!

-Eu também te amo muito, minha pequinininha!

-Ae, pequinininha mas linda, tá!

-A mais linda, maninha!

-Então e já ligou pra ela hoje? – perguntou, se referindo à Mónica.

-Umas três vezes! Me deixou ainda com mais saudade!

-É, eu compreendo você. Mas bom, agora qui eu vou ficar aqui com você já não vai se sentir tão sozinho!

-É, espero qui não! Agora qui você e o Mauro tão juntos você só quer saber do namoradinho, né? – zoei.

-Ah, não fica assim! Hoje eu não tive com você, mas eu vou compensar! E eu vou fazer companhia pra você quase todos os dias!

-Espero qui sim, viu? Tô contando com isso, pelo menos enquanto a Mónica não tá cá pra ocupar os meus dias!

-Prometido maninho!

-Tá… - sorrri. – Bom, eu vou pró meu quarto, vou deixar você à vontade! – falei, me levantando da cama.

-Rodrigo – olhei pra ela.

-Fala.

-Quer dormir aqui comigo hoje? Assim a gente fica conversando e fazendo companhia um pró outro.

Acabei aceitando e a gente ficou conversando até adormecer. Já fazia algum tempo qui eu não passava um tempinho assim com a minha irmã e esse tempinho pr’além de saber bem ajudou a me distrair e não pensar tanto na saudade qui tava sentindo da minha namorada.

Visão Mónica

Vimos uns dois episódios da série, mas depois acabámos por despender apenas uns vinte minutos de conversa, para depois nos irmos deitar. Notei completamente a diferença entre dormir envolta no abraço do Rodrigo e aconchegada no seu peito, e agora apenas estar envolta nos lençóis e cobertores e a cabeça pousada na almofada. Ao pensar neste último mês da minha vida, nem parecia verdade. De repente, tinha sonhos concretizados. Tinha encontrado a perfeição numa pessoa que me amava tanto quanto eu o amava a ele, que me fazia viver momentos que nunca tinha pensado concretizar… E amar… Amar parecia uma palavra tão forte… Sempre dissera que queria se amada, e amar em igual medida, mas nunca tomara consciência do real peso de tal sentimento. Mas agora eu já havia cruzado a minha vida com tamanho sentimento. E se outrora pensara que era grande, agora tinha a certeza da sua gigantesa. Amor. Uma palavra tão pequena com um significado enorme, porém, um significado que varia de pessoa para pessoa, mas que mesmo assim nunca é apresentado na sua totalidade. Mas agora a minha definição já cá estava. Definia-se através de apenas três palavras: Rodrigo Moreno Machado. Num mês apenas tinha descoberto um sentimento que nunca havia sido despoletado no meu interior, e isso devia-se a este homem. O homem que em tão pouco tempo me havia tornado na rapariga mais feliz e concretizada do mundo, o homem que me fazia sonhar ainda mais alto, me fazia acreditar que não existiam impossíveis, apenas fases mais difíceis. E era o homem com quem sempre havia sonhado, e que agora se revelava ainda melhor pessoa do que já costumava aparentar. Definitivamente, a minha vida tinha dado uma grande volta, e essa volta tinha trazido consigo uma felicidade de todo tamanho, uma felicidade que há muito pedia e que agora via concretizada.

Acordei eram 9.10h. Assim que abri os olhos, todos os pensamentos que me tinha atravessado a mente na noite anterior voltaram a inundar o meu pensamento, e eu sorri automaticamente. E em seguida o meu rosto voltou a reforçar-se de um sorriso, ao recordar que na manhã anterior tinha deixado a Andy e o Rúben em nossa casa, a conversar, e o facto de não receber nenhuma chamada de teor alarmante tinha mais probabilidades de significar um entendimento entre ambos. Vesti-me e desci até à sala, onde o Zach já se encontrava.

-Good morning! How did you sleeped?

-Could be better, but good, anyway.

-Was cold, the bed? – meteu-se comigo, piscando-me o olho.

-Yeah, so cold, but now it’s going to be like this for a long time, so…

-Hm. Well, I was waiting for you to have the breakfast, so, let’s eat?

-Yeah, I’m starving! – concordei, levantando-me de imediato do sofá.

A manhã passou entre muita conversa, e o Zach ainda tentou convencer-me a lá almoçar, mas eu recusei, pois agora a curiosidade acerca dos últimos acontecimentos entre a Andy e o Rúben estava a aumentar. Pedi ao Zach que me levasse a casa e ele acedeu ao meu pedido.

 Coloquei a chave na porta com cuidado e tentei fazer o menor barulho possível, de modo a não fazer notar a minha presença. Pousei as minhas coisas no sofá da sala e fui verificar o piso inferior. Ninguém. Decidi então subir ao andar de cima. Não se fazia sentir barulho algum. Ainda que com algum receio, coloquei a mão no puxador da porta do meu quarto e da Andy e abri a porta, cuidadosamente, espreitando para o seu interior. E aí vi o cenário que há muito tempo toda a gente ansiava ver concretizado. Finalmente a Andreia e o Rúben haviam encontrado a harmonia através da junção dos seus sentimentos. Finalmente ela havia libertado o seu coração, havia entregue os seus sentimentos àquele que lhe despojava o coração incansavelmente. Estavam os dois a dormir, abraçados, na cama dela, e ambos exibiam um ténue sorriso. A felicidade e o amor haviam envolto as suas vidas, agora em paz. Voltei a fechar a porta calmamente, com um sorriso enorme no rosto por ver que finalmente aquelas duas alminhas estavam juntas. Desci até à sala e sentei-me no sofá, radiante, pegando em seguida no telemóvel para ligar ao meu namorado a contar a novidade.
 

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Capitulo 27 (parte III)



Ola!

Bm, antes de tudo, um GRANDE, ENORME, GIGANTE PEDIDO DE DESCULPAS pela demora em postar! Mencionei no inicio do capitulo anterior que não sabia quando conseguiria voltar a postar, e o mesmo se passará agora, pois o tempo que tenho não é muito, e no que pouco tenho não tenho tido grande vontade e sobretudo inspiração para escrever. Sei que vocês merecem que gaste o meu tempo a escrever para vocês, mas, sinceramente, a inspiração tem andado um bocado ausentada. Porém, esta tarde arranjei um tempinho e graças a Deus a inspiração voltou a dar-me uns toquezinhos e aqui têm mais um capitulo!

Espero que gostem, comentem, matem as saudades! Ahah

E espero também que me compreenda relativamente às minhas sucessivas demoras em postar! Espero que não desistam da minha fic J

Beijinhos*

Mónica

Visão Mónica

Foi uma grande surpresa ver o Rúben à porta da casa do primo da Andreia, mas era óbvia a razão que o tinha levado até ali. Depois de termos entrado e subido para deixar as malas no quarto, desci até à sala para levar um casaco ao Rúben e aproveitei para trocar algumas palavras com ele. Depois de vermos a Andreia a subir as escadas, obviamente que ela tinha ouvido o que tínhamos dito, deixei-os sozinhos em casa.
 
 O Zach já tinha regressado a Londres, por isso liguei-lhe a perguntar se podia passar em casa dele, ao que ele me respondeu imediatamente que sim. Logo após receber a sua resposta liguei ao Rodrigo.

-Oi meu bem! – atendeu.

-Olá meu amor!

-Então, já chegaram?

-Já. E nem sabes quem é que estava à porta da nossa casa, aqui.

-Por acaso até sei.

-Sabes?

-Sei. O Rúben chegou correndo no aeroporto, cinco minutos depois de vocês terem levantado voo. Ele pensou qui já era tarde demais, mas eu falei pra ele não desistir e pelo visto ele teve uma grande ideia porqui ele saiu correndo novamente.

-Pois, ele veio para cá. Não sei como é que ele cá chegou tão rápido, mas chegou. Deixei-os sozinhos, agora.

-Vamo esperar qui corra tudo bem dessa vez. O Rúben ter ido aí, assim, é mais uma prova de qui ele ama mesmo a Andreia.

-Pois é.

-Então e você tá sozinha agora?

-Estou, mas assim que acabar de falar contigo vou chamar um táxi para ir ter a casa do Zach. Acho que vou passar lá a noite, porque pelo que pareceu, de hoje aqueles dois não passam.

-Hm, vai dormir lá, é?

-É, mas escusas de ficar com ciúmes e assim, sabes que eu te amo a ti.

-É, eu sei, mas também sei qui ele gosta de você, e mais qui isso, eu gostava de tar no lugar dele, gostava de tar bem juntinho de você.

-Oh meu amor, primeiro, já falámos com ele, e sabes que ele vai continuar a ser o meu melhor amigo, e segundo, sabes também perfeitamente que o que eu mais queria era estar juntinha a ti, mas não posso, não é?

-É, tá bom, cê tem razão, desculpa.

-És mesmo tontinho! – ri.

-Tou morrendo de saudades, já!

-Eu sei meu amor, eu também, mas não há nada que possamos fazer agora. Só esperar.

-Remédio.

-Vá, vais ver que passa mais rápido do que estamos à espera.

-O qui eu quiria era nem ter de esperar, mas pronto. Bom, logo eu te ligo, antes de ir dormir, tá?

-Sim. Mas podes mandar mensagem durante o dia.

-Você vai tar ocupada.

-Não vou não senhor, para ti nunca estou ocupada.

-Tá. E se tiver novidades da Andreia e do Rúben me fala, tá?

-Sim, tão te preocupes.

-Tá, então até logo. Ti amo, viu?

-Até logo. Sim, eu sei, e eu também te amo.

Após desligar a chamada acabei por nem chamar nenhum táxi porque apareceu um entretanto. Cheguei a casa dele em pouco tempo e ele abriu-me a porta imediatamente a seguir a eu ter tocado à campainha.

-Hi angel! – sorriu, abraçando-me.

-Hi! – sorri. Entrámos em casa e eu dirigi-me à sala, pousando a mala e o casaco no sofá, onde nós os dois nos sentámos.

-So, that days in Portugal…

-Were awesome.

-Yeah, mostly because of your boyfriend, hm…

-Yeah, mostly because of him, but, I’m not here to talk about me or about him, okay?

-Okay. Actually, I got a little surprised ‘cause you called me a few minutes after arriving here. It’s all because you missed me a lot? – sorriu.

-I called you so soon because I needed to leave my house. There are some people that really need to solve their problems, and for that they needed to be all alone. And of course because I missed you!

-Hm. Acting like a good friend, hum?

-I am a good friend, okay?

-Well, yeah you really are. You’ve been a good can stay the night here…?friend.

-You too – sorri. – Well, and if it’s not asking to much, I would ask you if I

-Of course you can!

-Thanks!

-You don’t have to thank me! And, actually, I have some things to tell you, so, we can spend all the day and all the night telling the news to each other.

-Really? Great! What about?

-About Candice.

-Candice? Candice, like, Candice Accola?

-Yeah, it’s exactly about her that I want to talk about.

-Uhh, I’m all ears! – ri, disponibilizando-me. Mas de repente o meu telemóvel começou a tocar. Era o Rodrigo. – Hm, it’s my boyfriend, it must be something important…

-No problem, answer it!

-Thanks! – premi a tecla para atender a chamada. – Olá amor!

-Oi meu bem! Desculpa tar te incomodando de novo, você já deve tar com o seu melhor amigo, né?

-Sim, já cá estou, mas não incomodas nada. Mas aconteceu alguma coisa?

-Não, eu só quiria dizer uma coisa pra você. Hoje com tanta pressa e com a vontade qui eu não tava qui você fosse embora acabei por não dizer.

-Então podes dizer agora!

-Parabéns!

-Parabéns? – perguntei confusa. – Amor, eu só faço aos no mês que vem…

-Eu sei bobinha! Eu tou dizendo isso por outro motivo.

-Amor, então desculpa, mas não estou a ver porque é que estás a dizer isso!

-Tá bom, então eu te dou uma ajudinha. Qui dia é hoje?

-1 de Janeiro…

-E esse dia não tem nada de especial pra você?

-Dia 1…? Oh, sim, claro! Claro que diz amor, desculpa!

-Um mês de namoro, né meu bem?

-Sim! Desculpa amor, eu não estava a perceber…

-Não te qui se desculpar, eu entendo, esse dia não foi propriamente o mais calmo pra você lembrar assim. Mas só pra você saber, eu não esqueço, nem datas, nem pormenores, nem palavras…

-Ainda bem…

-Bom, era isso qui eu quiria dizer pra você. Logo eu ti ligo e a gente se fala mais um pouquinho, tá?

-Sim, logo falamos melhor amor.

-Então a gente fala logo, meu bem. Beijo, ti amo.

-Beijo, até logo amor, também te amo. – Desliguei a chamada e pousei o telemóvel.

-Anything wrong? – perguntou o Zach.

-No, everything’s fine. He just wanted to say me something.

-Good.

-So, what were you going to tell me, about Candice?

-Well, do you remember that I tell you she passed the Christmas day with me?

-Yeah. What went on?

-Nothing. I mean, we talked, a lot, and she asked me advices about the boy she fell in love.

-Seriously?

-Yeah. And I helped her, about the things I could, but it’s been strange to me to do it…

-Why?

-I don’t know… I’m not costumed to do do it, and I’m a guy…

-And she’s your friend, and you’re helping her ‘cause she asked you to.

-But it’s strange, anyway.

-Okay, it’s comprehensive… But, did she tell you who is him? Maybe if you know him it could be easier to advice her.

-No, she hasn’t told me.

-Hm, well, if you prefer, if you feel better, you can talk to me to know well what to say to her.

-Yeah, certainly I’ll ask your help! – rimos, iniciando um novo tema de conversa.

Depois do jantar o Zach ofereceu-se para lavar a loiça, pelo que acabei por ficar na cozinha a fazer-lhe companhia, visto que ele não me deixava sequer ajudá-lo. Estávamos a ter uma conversa completamente banal quando o meu telemóvel tocou e eu pude observar no visor que era o meu namorado.

-Oi, oi meu amor! – sorri, atendendo a chamada, após me retirar para a sala tendo avisado o Zach primeiramente.

-Oi meu bem! Tá assim tão animada?

-Isto não é animação, é saudade amor!

-Ih, nem fala nada senão eu morro já! – riu.

-Então e como é que foi o teu dia hoje?

-Triste, né? Você não tá do meu lado!

-Oh. Até parece que agora não tens vida para além de mim!

-A minha vida agora é você meu amor! – O meu coração estremeceu com tão bonitas palavras.

-Estás a exagerar amor. Tu existes em mim, está bem?

-Existo, mas com o coração bem mais pequenino.

-Oh, está bem, mas temos de nos ir habituando porque vamos passar muito tempo afastados.

-É, eu sei, mas não vai ser fácil.

-Eu sei que não.

-Bom, então e o Rúben e a Andreia, cê já tem novidades deles?

-Não, não tenho. Só amanhã de manhã é que volto para casa e sei como correu.

-Hm, tá bom, então me diz qualquer coisa, por favor.

-Eu digo, não te preocupes.

-Tá. Então e o seu dia, como foi?

-Foi bom. Estou aqui em casa do Zach, estivemos a conversar, vimos um filme e ele está a acabar de lavar a loiça. Não me deixou ajudá-lo.

-Quando é comigo você me manda lavar! – desdenhou.

-Às vezes é só pirraça!

-É só o quê?

-É para embirrar contigo, meu tontinho!

-É, você adora zoar comigo!

-Se adoro! – ri.

-Ti amo.

-Eu também te amo – suspirámos.

-Bom, melhor a gente desligar, senão eu não vou querer mais deixar de ouvir a sua voz. E você também tá aí com o seu melhor amigo, por isso não vai se sentir assim tão incomodada.

-Já me sinto incomodada só por estar longe de ti.

-Parece qui tá faltando alguma coisa…

-E está mesmo.

-Você tar aqui, bem juntinho de mim…

-E tu de mim.

-Bom, mas pronto, a gente se fala de novo amanhã, tá bom?

-Sim, está bem.

-Até amanhã então, meu amor. Beijo.

-Amo-te.

-Também ti amo muito, meu bem.

-Beijinhos – despedi-me, desligando a chamada. Encostei-me ao sofá, observando o teto, enquanto pensava pesarosamente nas imensas saudades que já sentia do meu menino.

-Tired? – perguntou o Zach, sentando-se ao meu lado.

-No, just missing someone… - respondi com um pequeno sorriso.

-Him?

-Yeah.

-I know how it feels..

-But let’s forget about it! I don’t want to stay here, with my best friend, and talk about how I miss my boyfriend, okay? Let’s do something together!

-Want to watch some episodes of The Vampire Diaries?

-Yeah, I missed the last ones, so, it’s a good idea! – concordei.

 

Visão Andreia

Acabamos por passar o resto do dia sem fazer nada, simplesmente aproveitámos a ausência da Mónica para disfrutarmos um do outro. No entanto esta ausência dela já se prolongava há bastante tempo e a falta de noticias começou a preocupar-me.

-Tenho de ligar à Mónica, já estou a ficar preocupada! – desabafei, sentando-me junto do Rúben, no sofá, com o telemóvel na mão.

-Sim, experimenta ligar-lhe que também já estou a ficar preocupado! – concordou. Marquei o número dela e pus a chamar.

-Estou? – atendeu.

-Sou eu – disse-lhe.

-Eu sei, eu vi o teu número no visor.

-Onde é que estás? Saíste de manhã e ainda não voltaste.

-E não vou voltar. Só amanhã de manhã.

-Mas podes voltar. Eu e o Rúben entendemo-nos.

-Ainda bem, estava a ver que nunca mais! Mas de qualquer maneira, volto só amanhã.

-E onde é que vais ficar? – perguntei, preocupada.

-Eu estou em casa do Zach, e vou dormir cá, não te preocupes. Amanhã conversamos melhor, está bem?

-Está bem, pronto. Até amanhã.

-Até amanhã. E manda beijinhos ao Rúben!

-Está bem, eu mando.

-Então vá, beijinhos.

-Beijinhos. E olha, obrigada.

-Porquê?

-Por tudo!

-Oh, amanhã falamos! Beijinhos. – Desliguei a chamada e deixei o telemóvel em cima do sofá.
 

-Então? - perguntou o Rúben.

-Ela disse que vai ficar em casa do melhor amigo dela, o Zach, e só vota amanhã de manhã.

-A sério?

-Sim.

-Bom, então se ela está bem, nó podemos ficar melhor!

-Podemos ficar melhor? – perguntei, confusa.

-Sim. Por exemplo, se me desses um beijo eu ficava melhor!

-Espertinho, hã?

-Esperto não, que espertos são os cães! – Soltei uma gargalhada.

-És mesmo parvinho!

-Não, só quero mesmo um beijinho!

-Oh meu Deus, e ainda estás a tentar rimar! Oh Rúben! – ri.

-Oh, dá-me lá um beijinho e vamos parar com esta conversa parva!

Acabei por me rir e enchê-lo de beijos em seguida.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Capitulo 27 (parte II)



Olá!

Bem, deixo-vos aqui mais um capítulo, com o tão esperado momento entre o Rúben e a Andreia! Espero que corresponda às vossas espectativas!

Queria também pedir-vos imensas desculpas pela demora em postar, mas tenho andado com uns problemas em casa e para além de na maior parte das vezes não ter tempo, quando o tenho não tenho muita cabeça para escrever, desculpem!

Em relação ao próximo capítulo, não sei quando vou conseguir publicá-lo, porque não quero ‘’estender mais a corda’’ cá em casa de modo a deixar as coisas pior, mas prometo que vou tentar o mais rápido que conseguir. Espero que compreendam.

Beijinhos*, espero que gostem e deixem os vossos comentários!

Mónica

 

 (visão Andreia)

Ele calou-se. Para recuperar o fôlego e também para ouvir o que eu tivesse para dizer, quer fosse bom ou mau, pois ele já estava preparado para tudo. Provavelmente o que ele estava mais a contar seria uma sequência de negações e rejeições seguidas de um ‘’convite’’ para deixar a casa. Era o que ele já estava habituado. Mas desta vez o evidente e habitual não aconteceria. Enquanto ele falava eu ouvia atentamente. Seriam mais palavras para guardar. Mais uma declaração para colecionar. Não tinha nada a dizer-lhe. Tudo o que eu poderia ter dito já ele tinha dito pelos dois, por isso, as palavras eram dispensáveis neste momento. Haviam coisas mais urgentes a ser feitas. Levantei-me da cama e fui na sua direção, enquanto ele me olhava, algo expectante. E o momento seguinte foi o ponto de viragem. Foi onde tudo começou numa nova fase, sem esquecer o que antecedeu, onde o coração venceu a guerra com a razão e a teimosia. Mal me encontrei suficientemente perto lancei-me nos braços do Rúben e beijei-o.
 
Beijei-o com tudo. Com o desde sempre que poderia ter já acontecido há muito. A dor tinha-me arrasado, mas desta vez não ia deixar que o medo me consumisse. Não mais. Deixei que todo o amor que prendia dentro do meu peito se libertasse, e mostrasse ao Rúben que confiava nele, que acreditava que a felicidade era novamente possível, ao lado dele. E foi o melhor que fiz. O Rúben abraçou-me com toda a sua força e beijou-me intensamente, ao mesmo tempo que girávamos. Acabamos por para um instante para recuperar o fôlego.

-Tens a certeza que era isto que queria fazer, não tens Andy? Não te enganaste?

-Tenho. Eu cansei-me. Cansei-me de lutar contra tudo isto, com esta coisa tão boa. Eu quero ser feliz contigo.

-Acabaste de tornar-me o homem mais feliz do mundo! – sorriu imensamente, para em seguida voltarmos a unir-nos num longo e intenso beijo. Pouco tempo depois voltamos a separa os nossos lábios. – Andreia, promete-me que a partir de agora vai ser diferente, promete-me que vamos permanecer os melhores amigos que sempre fomos, acima de tudo, e que apenas deixemos correr as coisas normalmente. Eu amo-te, tu mais que tudo tens a certeza disso, mas não quero apressar nada. Quero ir ao ritmo que for melhor para ti.

-É claro que continuamos a ser os melhores amigos que sempre fomos! Eu acima de tudo confio em ti. E, eu vou fazer melhor que isso, Rúben, eu quero que tu me ensines, quero que me ensines de novo o que é o amor, à tua maneira, com os argumentos e as desculpas que quiseres, apenas quero que me ensines. Já perdemos muito tempo – respondi. Ele sorriu mais uma vez, assentiu e voltamos a beijar-nos. E depois o amor guiou-nos. O Rúben guiou-me. Deitámo-nos em cima da minha cama enquanto o beijo se ia complexando a cada minuto. Senti as mãos do Rúben descerem, leves e calmas, pelo meu corpo. E desta vez o meu coração disparou, mas não com a intenção de ter uma reação protetora. A reação era de alegria para o meu coração, era uma vontade de amor desmedida e descontrolada, que apenas me fazia bem. Queria mais que nunca juntar-me, unir-me ao Rúben. E foi isso que aconteceu. Aos poucos, o fervor no nosso corpo aumentou, acelerando as nossas respirações. As roupas que tínhamos no corpo aos poucos foram saindo. E confesso, assim que vi o seu tronco desnudado, um peito tonificado, um corpo fantástico, arrepiei-me. Talvez fosse demais para mim.

-Também tens certeza disto? – perguntou-me. Eu olhei-o e um arrepio voltou a percorrer-me.

-Tenho.

-Não tens de fazer algo que não queres. Não vou obrigar-te a nada.

-Rúben, há muito tempo que quero estar nos teus braços. Eu não tenho dúvidas.

-Então porquê os arrepios?

-Porque… pareces demais para mim – confessei. Eu deu uma breve gargalhada.

-Demais? Tu mereces alguém que seja tão bom quanto tu, alguém que esteja ao teu nível, e, desculpa, não estou a querer fazer de mim mais do que sou, mas acho que eu sou quem tu precisas. Somos perfeitos um para o outro.

-Eu sei, só te quero a ti, mas ao ver-te assim, pareces demais para mim.

-Podes ter a certeza que não sou. Mas se tens assim tantas dúvidas, vamos esclarecê-las – respondeu, aproximando-se de mim novamente. Deixei de lado o ‘’demais para mim’’ e deixei-me levar pelos beijos e pelos toques daquele elouquente homem.

Visão Rúben

-Então, ainda achas que sou demais para ti? – perguntei, fazendo pequenas festas no seu cabelo, enquanto ela se encontrava encostada no meu peito deixando pequenos carinhos no mesmo.

-Não, já não. Completas-me. És perfeito, só isso! – sorriu, olhando para mim. Era um sorriso tão grande. Um sorriso que já não lhe via há muito tempo. Um sorriso que me fez sorrir ainda mais.

-Eu disse-te! – ri.

-Pois disseste – sorriu.

-Esperei tanto por isto. Esperei tanto que dissesses que também gostas de mim – suspirei.

-Rúben, eu não te disse isso.

-O quê? Quer dizer, não disseste exatamente, com as palavras todas, mas, quer dizer, o que se passou agora entre nós foi…

-Rúben – interrompeu-me.

-Hã?

-Amo-te. – Apanhou-me de surpresa, mas deixou-me com um enorme sorriso na cara. Ela tinha finalmente dito a palavra. E estava consciente. Ela sabia que estava a dizê-lo.

-Disseste-o – constatei.

-Eu sei que disse. É o que sinto. Amo-te Rúben Filipe Marques Amorim!

-Eu também te amo! – sorri, dando-lhe um beijo.

-Ficas cá, ou tens de te ir embora?

-Não, hoje estou por tua conta. O jacto privado que me deu boleia teve de voltar.

-O quê? O jacto privado? Tu vieste de jacto para aqui? Como?

-Claro que vim! Queria cá chegar o mais rápido que conseguisse. Aliá, eu tinha que chegar cá o mais rápido que conseguisse. Eu falei com o Rui Costa e ele arranjou-me um que me desse a boleia imediata.

-O Rui? Oh meu Deus, o Rui sabe?

-Ele não sabe que és tu, só sabe que vim atrás da mulher da minha vida – sorri.

-A mulher da tua vida…? – perguntou um pouco embaraçada.

-Sim. Tu és a mulher da minha vida, e eu não estava disposto a perder-te, por nada – respondi seriamente, dando-lhe um beijo algo mais intenso.

-Desculpa – pediu, olhando-me diretamente.

-Desculpa porquê? – perguntei confuso.

-Por te ter feito passar tanta coisa. A minha teimosia foi maior do que o que sinto. Fiz-te sofrer desnecessariamente.

-Não tens de pedir desculpa. Eu percebo-te, eu sei por tudo o que passaste, contaste-me, lembras-te? Eu percebo-te, não te preocupes. E a pessoa a quem tens de pedir desculpa é a ti própria.

-Obrigada Rúben. Obrigada por teres sido tão persistente comigo, obrigada por não teres desistido daquilo que sentíamos.

-Do que sentimos – corrigi. - E para de me agradecer. Estamos juntos agora, é isso que importa.

-Então pronto, ficas cá hoje, não é?

-Fico. Quer dizer, o teu primo e a namorada não estão cá, pois não?

-Não, não te preocupes, eles ainda estão na Polónia. E por falar nisso, a Mónica?

-A Mónica deixou-nos sozinhos – sorri. – E não sei a que horas é que volta.

-Oh meu Deus, aquela rapariga…

-Aquela rapariga é uma grandessíssima melhor amiga!

-Se é. Ela ajudou-me tanto, insistiu tanto no que sinto por ti, insistiu tanto em nós…

-Pois foi. Ela esteve sempre do nosso lado, ela e os nossos amigos.

-Temos sorte em ter amigos assim.

-Foram a nossa sorte, muitas vezes! Ah, tenho uma coisa para te contar. Eles contaram-me quando e voltei para dentro, depois de tu te teres ido embora.

-Conta!

-O meu irmão e a Mariana namoram!

-A sério?

-Sim. Bem, se tu visses o brilhinho nos olhos deles, quando me deram a noticia! Eles estão mesmo felizes!

-Ainda bem, eles merecem.

-Bem e olha, acho que a Mónica teve uma mãozinha naquilo, acho que ajudou a Mariana.

-Oh, claro. Bem pelo menos começaram a dar-se logo bem, isso é bom. É a irmã do namorado dela, convinha que se dessem bem.

-Eles dão-se todos bem. Nós somos como que um acréscimo da família, não há como nos darmos mal.

-Pois é.

-Bem meu amor, desculpa se estou a estragar alguma coisa, mas é que, já estou a ficar com fome.

-Oh Rúben, só tu! – riu.

-Desculpa, mas estou mesmo. Saí de casa a correr, literalmente, e o dinheiro que eu tenho na carteira aqui é inútil.

-Vieste mesmo à pressa!

-Para vir atrás de ti larguei tudo.

-Vamos comer, então. Não quero aturar a tua má disposição por causa da fome!

-Agora nem a fome me põe mal disposto! – sorri.

Levantamo-nos e acabámos por partilhar um duche rápido antes de irmos comer.


Como correrá a partir de agora a relação destes dois?